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quinta-feira, 7 de julho de 2011

[Rescaldo] GO180 2º dia


Depois de um primeiro dia bem longo e durinho, o 2º dia perfilava-se desafiante. Eram 7h e arrancava de casa em direcção a Ponte de Lima para cumprir os cerca de 72 kms, que estavam reservados para o dia 3 de Julho de 2011.
Desta vez seria o único representante da equipa Geotrilhos, mas teria a companhia de amigos Galitos de Aveiro.

O arranque - por volta das 8h30 - foi suave, pela ecopista de Ponte de Lima, mas depressa uma subida de 10 kms nos tirou o fôlego, e aqueceu, e bem, as pernas. Após uma parte em estrada/estradão, uma subida extremamente técnica com pedra e terra, pôs à prova a perícia dos BTTistas.



Entretanto e com a companhia de colegas do BTT Matosinhos, lá escalamos aquela montanha, e atingimos o topo.... a partir daí seria a descer, mas... depressa percebemos que iríamos descer bem mais devagar do que tínhamos subido, e que aqueles 72 kms, iriam ser longos.

A previsão verificou-se, as horas passavam, o conta kms não avançava... descíamos um pouco, subíamos muito, e isto de modo cíclico, até roçar o esgotamento físico...

Apesar de não podermos contar com as vistas do 1º dia, podemos contar com singles e mais singles, onde pude testar dotes técnicos (e travões), e essencialmente físicos.

O GPS mandava-nos pelos sítios mais insanos entre os possíveis :)



Foi mesmo necessário efectuar uma paragem num café da zona para comer algo sólido. Eu optei pela minha escolha habitual, sandes de presunto e queijo e coca-cola... tão bom :)

A partir dos 50 kms tudo acalmou, e quando entramos nos Caminhos de Santiago tudo ficou mais pacífico, acabando a “rolar” até ao Campo de Futebol de Vitorino das Donas.

Grande desafio, enorme sentimento de superação.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

[Rescaldo] GO180 1º dia

No fim-de-semana passado, dia 2 e 3 de Julho, o Geotrilhos participou em mais um evento organizado pelo SearaTrilhos, o “GO180”. O evento dividiu-se por dois dias, sendo o primeiro dia uma etapa de cerca de 105Km e o segundo dia 70Km.
A hora de partida foi às 8h30 da manhã, o nosso grupo partiu cerca de 15 minutos mais tarde. Como neste tipo de evento o que interessa é conviver, o atraso no arranque não foi preocupante.





Após concluir os últimos preparativos antes da partida, lá seguimos para a nossa jornada.
A primeira parte do percurso era rolante e seguia em direcção a Ponte de Lima.



Depois de atravessarmos em Ponte de Lima para a margem direita do rio, o percurso seguia pela ciclovia.



Circulamos meia dúzia de Kms pela ciclovia e chegamos a Arcos.
Aquando da chegada a Arcos e depois de atravessar por cima da A27 lá começaram as primeiras subidas.





Esta era a primeira parte do percurso pela serra D’Arga.

Já algum tempo que o Daniel vinha a circular com o pneu traseiro furado, o que implicava paragens constantes para o ir enchendo.
A seguir a passarmos o primeiro abastecimento, e já na última fase da subida para o topo da serra D’Arga, fomos forçados a parar para resolver em definitivo esta situação.







Depois de algum tempo parados, que também serviu para comer qualquer coisa, lá nos pusemos novamente a caminho.



Sempre na companhia do terreno com pedra e muita calçada, onde por vezes tivemos de circular á mão, seguimos em direcção a S. Lourenço da Montaria, onde estava o segundo abastecimento.



Daqui seguimos para a serra de Santa Luzia.
A caminho da serra de Santa Luzia, ainda tivemos tempo para uma paragem no Pincho, uma queda de água do rio Ancora, num cenário verdejante.





A partir daqui começávamos a subir para a serra de Santa Luzia.
Depois de passado o terceiro abastecimento, apanhamos a subida para as eólicas, ponto mais alto da serra de Santa Luzia. Esta subida serviu para sentirmos que o desgaste já começava a ser grande, isto apesar de apenas termos cerca de 70Km nas pernas (nesta altura). Isto deveu-se ao facto de a maior parte do terreno neste 70km ser bastante duro, tal como já é habitual nos eventos “GO”.

Começamos então a descer para a praia, a vista é espectacular mas a descida é rápida e com muita pedra solta, o que requer um olho na paisagem e o outro a ler o terreno.
Chegados à praia seguimos até Viana do Castelo sempre por uma marginal com areia, terra e pedra solta.
Em Viana do Castelo atravessamos a ponte Eiffel, novamente para a margem esquerda do rio Lima e por aqui seguimos por caminhos arenosos e com muito pó até ao ponto de partida. Ainda tivemos de fazer uma travessia em vau, isto porque nos deparámos com um curso de água no caminho e sem ponte para o atravessar.

Conclusão:
Apesar da dureza do percurso (que já era esperada), as paisagens, o convívio, a troca de experiências, fazem sempre da participação neste tipo de eventos uma experiência a repetir.